Reflexão Sobre a Reforma Protestante

Não foi sob holofotes, mas sob a Luz de vela, que Martinho Lutero leu que “O Justo viverá pela fé”; não foi também, na tranquilidade de seu comodismo, mas sob ameaça de morte, que respondeu “Minha consciência é cativa a Palavra de Deus”.

Ao contrário do que muitos possam pensar, a Reforma Protestante, não foi um fim em si mesma: ela não aponta pra si, mas para a Palavra! Todo verdadeiro avivamento segue esse mesmo princípio. Não inaugura movimento, mas corrige caminhos!

A Reforma Protestante, não se divorcia, dos 1500 anos de cristandade que a antecede (basta ver a quantidade de citações dos pais da Igreja que Martinho Lutero e Calvino fazem em seus escritos): se divorcia do erro incutido pelo homem!

A Reforma Protestante, não faz perder a catolicidade da Igreja; e por catolicidade, entende-se “segundo o todo” e não apenas universal. A Igreja de Cristo ela é plural enquanto formação étnica, cultural e social, mas Una enquanto doutrinária. Podemos divergir nas causas secundárias, mas nunca naquilo sob qual fomos firmados!

Que esses mesmos princípios, de amor a Deus, mente cativa a Palavra, catolicidade, e que as bases das cinco Solas redescobertas com a escavação teológica feita na Reforma, norteie nossas Igrejas e vida!

E nunca nos esqueçamos, que a Igreja Reformada, está sempre em Reforma; sempre olhando pra Palavra, e não pra si!

Sola Fide – Solus Christhos – Sola Gratia – Sola Scriptura

SOLI DEO GLORIA

Felipe Rocha

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