Não Entre Na Cabana (Contém Spoiler -  análise do filme)

Recentemente, recebi um convite para assistir uma pré-estreia de um filme, cujo mote central, era uma família em crise. Como sempre estou em busca de filmes que tragam alguma reflexão para indicar a Confraria de Homens, à qual sirvo, confesso que me empolguei. Talvez, um pouco mais do que deveria.

Bom, percebi um pouco tarde de mais, que o filme que assistiria, era a adaptação para o cinema de um livro famoso – e controverso: era o filme “A Cabana”. Acomodei-me na poltrona – e que poltrona! – Esperando o tal filme começar. Mas, como não poderia deixar de ser, antes de o filme começar a rodar, já mentalmente, ia me lembrando de algumas “particularidades” do livro, para busca-las no filme. E o play foi dado.

Permita-me fazer uma breve pausa, antes da enxurrada de spoilers e reflexões; preciso esclarecer alguns fatos. Como cristão protestante calvinista, não creio no maniqueísmo moderno, que separa o mundo entre secular e divino; entre profano e sagrado. Também não creio que haja assuntos proibidos para os cristãos, e que o único assunto permitido como roteiro das conversas, seria sobre o culto do ultimo domingo. Creio profundamente na Graça de Deus, e na dispensação ”comum” dela sobre todas as pessoas. Entendemos que o único motivo de haver beleza no mundo, inteligência, poder criativo, e a depravação natural do ser humano não ir a consequência ultima, é por causa de Cristo; por intermédio único da Sua Graça. É a atuação da Graça Comum. E exatamente por crer que toda beleza aponta pra Cristo, e que Ele manifesta Seu poder, Amor e Graça, na Criação e nas coisas criadas, que tudo, inclusive um filme, preciso ser medido pela estatura dEle: A Sua Palavra!

Relutei por dois dias para escrever esse artigo. Rascunhei, apaguei, recomecei. Encontrei bons artigos escritos no passado – quando do lançamento do livro. Mas quando vi a quantidade de cristãos usando à ‘Hasteg’ “a cabana”, dizendo o quanto estavam ansiosos pelo filme; e a quantidade de artistas do meio gospel, influenciando seus seguidores a irem assistir “pra Deus falar com eles”, compreendi que – talvez – realmente fosse necessário escrever algo sobre.

Como cristãos, temos a nossa vida, não regrada por emoções, sentimentos, experiências. A única regra, normativa e diretiva que temos (ou que deveríamos ter) é Bíblia. Isso pode soar um tanto arcaico e antiquado pra muitos, nessa era pós-moderna. No entanto, me alegro em fazer coro com Martinho (não o da vila) Lutero, quando esse diz: “A biblia não é antiga nem moderna; é eterna”. Prefiro ter essa velha opinião sobre tudo, do que ser essa geração em constante metamorfose. E ambulante!

Uma vez que tenhamos compreendido serem as Escrituras Sagradas nossa régua, pela qual meçamos tudo – tudo mesmo! -, precisamos ir a ela e observar o que ela tem a nos dizer sobre esse livro e filme. Talvez, você chegou até esse ponto do artigo, perguntando-se o que está fazendo lendo todo esse absurdo; para alguns, a crítica ao livro e ao filme “a cabana”, quase se iguala ao foro privilegiado neopentecostal, o tal do “não toqueis no ungido”. Não demorará, para alguém ter a brilhante idéia de elevar esse filme à categoria de canônico (como já fizeram com o book). Permita-me apontar um ultimo fato antes de passarmos a critica da teologia professada no filme (sim, o filme professa teologia, como veremos): uma objeção que aparecerá com certeza, é baseada na ideia de que é um absurdo olhar para uma obra de ficção com os óculos da teologia. Para esse questionamento, creio já ter respondido acima. No entanto, quero acrescentar algo: de fato, essa é uma obra de ficção; porém não o é como outra obra qualquer, em função de quem seu autor é, o que ele crê e prega.

Uma coisa é você assistir um filme escrito por um ateu, alguém que publicamente odeia a Bíblia; alguém como um diretor de um filme recente, que parece ter dito, que seu desejo era o de destruir a Bíblia (e, diga-se de passagem, que muito crente ainda assim foi assistir e se emocionar com – junto – ele). Se você escolhe assistir, já sabe o que a tela lhe guarda. Quem não se lembra dos filmes dos anos 70 e 80. Do lado ocidental, o mocinho era sempre um norte-americano viril e bonitão pronto a derrotar o malvadão (quando não, patético) soviético. Do lado de lá, os filmes retratavam a KGB como sendo o único lugar do planeta a ter vida inteligente, em contrapartida aos ocidentais, que eram caricaturados ao máximo: eram retratados como tendo a inteligência do “*Jonnhy English” e a esperteza do “*agente 86”. E isso é algo natural de acontecer – pelo menos, deveria ser esperado -, uma vez que a vida imita a arte, e arte é a representação da vida – ou da forma que querem nos fazer crer, que ela é. Pois bem; quem então é o autor de “A Cabana”?

* “William P. Young, nasceu no Canadá e foi criado pelos PAIS MISSIONÁRIOS em uma tribo indígena, nas montanhas da antiga Nova Guiné Holandesa. Pagou seus ESTUDOS RELIGIOSOS trabalhando como DJ, salva-vidas e em diversos outros empregos temporários. FORMOU-SE EM RELIGIÃO no Oregon, Estados Unidos”.

Eu sei que não é elegante escrever palavras em caixa-alta, por ter sido convencionado ser o “grito escrito”. Não tive a intenção de gritar com você leitor, apenas de chamar-lhe carinhosamente a atenção. Esse senhor, não é alguém que milita as causas anti-cristianismo, não é alguém que os lideres evangélicos iriam a televisão vociferar contra; é alguém de rosto doce, de fala mansa, e de escrita gostosa ao ego e ao auto-idolatramento. Por isso, grande parte dos evangélicos não vêem problema nenhum nele; muitos choraram ao ler seu livro, e estão ansiosos para chorarem vendo o filme. E aguardem os posts no facebook dizendo terem ouvido “deus” falar-lhes ao coração. Que lindo!

O Sr. Young é alguém que teve formação cristão-religiosa; formou-se em Religião; e escreveu um livro, que traz a própria cosmovisão às linhas. Por isso leitor, por favor, não use o argumento de que se trata de uma obra de ficção, e, portanto, como se tivesse total “licença poética”. O autor teve objetivos claros ao escrever o livro, e nosso dever como cristãos, é agir como os irmãos de Beréia (Atos 17.11).

Bom, arrisco-me em escrever esse artigo. O analfabetismo funcional no Brasil é uma praga. Muito provavelmente, verei alguns comentários profundos ao final do artigo como: “é muito ‘mimimi’”; “a letra mata”; “Deus fala de várias formas”; “eu fui muito abençoado pelo livro e pelo filme”; “Vou ver sim, porque o que você disse não tem nada a ver”. E é claro, o clássico: “não concordo com nada disso (e não li o textão, é claro); mais tenho certeza de que não concordo”. E temo ter ainda alguém que me mande algum versículo bíblico, como João 3.16!

Vamos começar vendo o que o livro (e o filme) fala (m) de si:

* “Durante uma viagem que deveria ser repleta de diversão e alegria, uma tragédia marca para sempre a vida da família de Mack Allen: sua filha mais nova, Missy, desaparece misteriosamente. Depois de exaustivas investigações, indícios de que ela teria sido assassinada são encontrados numa velha cabana. Imerso numa dor profunda e paralisante, Mack entrega-se à Grande Tristeza, um estado de torpor, ausência e raiva que, mesmo após quatro anos do desaparecimento da menina, insiste em não diminuir. Um dia, porém, ele recebe um estranho bilhete, assinado por Deus, convidando-o para um encontre na cabana abandonada, cheio de dúvidas, mas procurando um meio de aplacar seu sofrimento, Mack atende ao chamado e volta ao cenário de seu pesadelo. Chegando lá, sua vida dá uma nova reviravolta. Deus, Jesus e o Espírito Santo estão à sua espera para um “acerto de contas” e, com imensa benevolência, travam com Mack surpreendentes conversas sobre vida, morte, dor, perdão, fé, amor e redenção, fazendo-o compreender alguns dos episódios mais tristes de sua história”.

Como disse no início, o artigo tem muitos spoilers, ok?

Logo no começo, o filme retrata a infância de Mack, ressaltando de forma enfática algumas coisas. Ele passa a infância, sendo espancado pelo pai alcoólatra, banhado pela visão das surras corriqueiras que sua mãe leva. E para fazer jus a hostilidade do autor a igreja e a “religião”, o filme faz questão de efusivamente qualificar o pai de Mack: um presbítero de uma Igreja Protestante extremamente tradicional. Em seguida, é retratada uma cena, onde o pastor convida os membros a irem a frente, diante do púlpito, confessarem seus pecados. E é claro que o menino Mack vai: sua confissão, é que não conseguia evitar que seu pai – um dos presbíteros da igreja – espancasse sua mãe. A cena seguinte, é surreal: mostra esse pai espancando o filho, encostado numa arvore do quintal, debaixo de uma chuva fortíssima. E a cada cintada, o menino precisava recitar um versículo (Colossenses 3.20). Uma cena dantesca, propositalmente forte. Toda a composição serviu para dar o tom: a chuva, os gritos, o versículo, o tempo cinza. Em seguida, mostra um bilhete da mãe, “sentindo muito”: um bilhete de despedida e abandono. E é claro que o menino faria alguma coisa: ele pega um veneno pesticida e coloca na garrafa do pai. A narração continua, e a cena agora é do Mack indo à Igreja com sua esposa e filhos; enquanto eles participam dos cânticos, ele tem em seu rosto uma dor mal disfarçada e um comportamento distante (novamente, forçam a cena para transmitir emoção). Pulando a história que se desenvolve para compor o contexto, ele está agora num acampamento, um filho quase se afoga e…. sua caçula some. A policia chega, segue-se o dialogo – pausa para focar numa “pista” deixada pelo sequestrador: um pingente em forma de joaninha; guarde essa informação! A investigação prossegue, e encontram uma cabana, e quando Mack entre, encontra manchas de sangue e a roupa que a Missy vestia. Uma cena dantesca, propositalmente brutal. As cenas são construídas para mexer com o emocional – principalmente dos pais – e seguem initerruptamente.

(Fiz questão de ressaltar esses pontos, para mostrar a intenção do autor e criar o ambiente, antes de propagar suas convicções teológicas.)

O filme e seu autor, não escondem sua raiva quanto à igreja, levando as pessoas a sentirem o mesmo. Um dos motivos que fará com que muitos evangélicos gostem do longa, é porque além do liberalismo teológico presente, o filme esnoba da revelação bíblica, e como um pietismo levado ás ultimas consequências, coloca a experiência acima da revelação. É a forma que “deus” se revela pessoalmente que importa, e não o que Deus diz de Si nas Escrituras. Todo o enredo é construído em volta da sua visão sobre a Trindade. O que leva obviamente, a rejeitar uma das “solas” da Reforma: Sola Scriptura (Somente a Escritura). Mack não é convidado a ouvir Deus pela meditação e leitura da Bíblia: mas na Cabana! (Quase como um evento de encontro com Deus!). O “papai” até faz graça com Mack, quando ele faz alusão a um texto das escrituras; ela (ela?) Brinca com ele dizendo: “Olha, já está até citando as escrituras”. Risos à vontade! Não caiam nesse erro que facilmente nos abraça: experiências não são normativas, a Escritura é! Romanos 15.4: “Pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança” II Timóteo 3.16, 17: “ Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda a boa obra”.

A visão que ele retrata sobre a Trindade é surreal. Mostra Deus e o Espírito Santo como mulheres, e Jesus como um carpinteiro bonitão. E não, não existe licença poética autorizada a brincar assim com a Trindade de Deus. O filme cai no mesmo erro que uma das musicas do Thales: “minha vida é dos três”. Dentro da Natureza de Deus, há três pessoas distintas: O Pai, o Filho e o Espirito Santo. São três pessoas distintas, mas não são separadas, como o livro e o filme tentam fazer crer. O único que tem corpo humano é Jesus. Ainda sobre a forma que ele retrata Deus e Jesus, ele ressuscita uma velha inimiga da Igreja de Cristo, uma heresia antiga chamada “Patripassianismo”, que ensinava que foi o próprio Deus Pai quem morreu na cruz, em vez de Jesus. Essa cena tanto é retratada no livro (pag.86) como durante o filme, quando “papai” não responde a pergunta de Mack, apenas olha para as mãos, mostrando as cicatrizes nos punhos. O autor faz ainda questão de limitar o poder divino de Jesus, (pág. 90), quando no dialogo que segue, coloca que os milagres que Jesus fez o fez sendo homem, “dependente e limitado”. Ele divorcia a Humanidade e a Divindade de Jesus. Afronta a formula de Calcedônia, que combate e venceu as heresias quanto às naturezas de Cristo.

O filme e o livro têm toda a sua base numa teologia excessivamente relacional. Não há “imposições”; não há regras que devem ser seguidas. O Amor pressupõe total liberdade. A onisciência de Deus, também é atacada. O Teísmo aberto come solto! Recentemente, quando do Tsunami que varreu a Indonésia, um jornal americano perguntou para um teólogo teísta, sobre “onde estava Deus, quando isso aconteceu”. E a resposta, que Ele (Deus) não tinha como saber o que aconteceria. Segundo essa proposta, o futuro não pode ser plenamente conhecido (nem mesmo por Deus), pois depende das ações dos seres humanos; e esses sim, plenamente livres. Tão livres, que são livres até de Deus! A soberania de Deus, Seus desígnios e decretos, são violentados o tempo todo. A tentativa de se construir uma Teodicéia aparte das Escrituras é risível, e acaba por construir argumentos vazios – cheios de emocionalismo. O que dizer do Teosofismo (teoria da sabedoria de Deus)? Parece-me que o autor, de certa forma baseou-se no clássico cristão “o Peregrino”, de John Bunyan, para inspirar-se para essa jornada. Ressalto que em nada lembra esse livro, que juntamente com a Biblia, deveria ser obrigatório todos os cristãos lerem. Fiz várias referencias ao que ele escreve, porque muitas coisas no filme ficam subentendidas; somente com a leitura do livro elas tornam-se claras.

Não é possível tratar de todas as heresias constantes no livro e no filme (para isso, seria necessário outro livro, e não um artigo simples como esse). No entanto, algumas coisas são tão terríveis, que não posso deixar de mencionar. Algo que me incomodou muito, é que ele coloca Jesus, não como o caminho (João 14.6): mas um dos caminhos. No livro, isso fica ainda mais evidente do que no filme. Num dos diálogos, Jesus diz a Mack: “ (pág. 168). Aqueles que me amam vêm de todos os sistemas existentes. São budistas ou mórmons, batistas ou mulçumanos, democratas, republicanos e muitos não votam ou não fazem parte de qualquer reunião dominical ou instituição religiosa”. E Jesus ainda acrescenta: “Eu não tenho nenhum desejo de torna-los cristãos, mas apenas acompanha-los em sua transformação em filhos e filhas do meu Papa, em meus irmãos e irmãs, meus amados”. Para coroar tudo isso, Mack faz a pergunta óbvia: “Todos os caminhos levam a Cristo? ”. Jesus responde: “Muitos caminhos não levam a lugar nenhum. O que significa que eu vou caminhar por qualquer caminho para te achar”.

O universalismo, a redenção universal e a reconciliação total, são heresias presentes no livro (e no filme); de cabo a rabo! Eles levam a ideia de que todos são filhos de Deus até as ultimas consequências. No sistema lógico que ele propõe se Deus amou a todos, e morreu por todos, logo todos, estão salvos! (Pág. 180) Todos, independente se não confessarem a Cristo com salvador, serão salvos. Doutrinas como da Eleição e Condenação, são absurdas para o filme.

Sobre o pecado, para o filme não há consequências eternas, e por isso não há condenação (pág. 109): o pecado é a condenação em si: “o pecado mata por dentro”. É o conceito do karma implícito. No livro, o flerte com o espiritismo tende a ser mais brando, o que não acontece com o filme. Uma cena “linda” acontece: Mack vê a filha no paraíso, e num contato mediúnico, ele a vê, e ela o sente; manda até beijo para ele! Noutra cena, Mack reencontra seu pai (morto) – depois da “trindade” mostrar como vê as almas (como luzes coloridas) – e tem um dialogo emocionante: o pai diz que se orgulha do homem que o filho se tornou, e Mack tem a oportunidade de pedir perdão por tê-lo envenenado! Realmente ele tinha muitas “feridas na alma”; precisava de “cura interior”. Qual a melhor forma de se fazer isso, se não com uma sessão espírita? Não satisfeito, Mack precisa ainda passar por um ultimo “avanço” espiritual: o de “liberar” perdão para o assassino! Lembra quando pedi para você não se esquecer do que o sequestrador deixou como sinal (o broche em forma de joaninha)? Deus coloca uma – adivinhem! – Joaninha na mão de Mack, e ele tem que escolher se a esmaga ou a deixa voar livremente! Reencarnação na cara dura!

Bom, muito ainda poderia continuar a escrever (muito já foi escrito, e espero que agora com o lançamento, muitos se proponham a escrever!). Infelizmente, o brasileiro, é analfabeto de bíblia, e extremamente propenso a sincretismos, crendices e mandigas. Adora uma teoria da conspiração, e gasta muito tempo, tentando decifrar “os códigos” e os “sinais” da volta de Jesus (abra o YouTube e veja a quantidade de vídeos-montagens que versam sobre esse tema). Esse não é um filme apenas, aonde a família vai se reunir para assistir comendo pipoca: é um filme que por ser compreendido como cristão, e que traz uma apresentação sobre “deus”, mais leve que o tradicional, será usado como forma de evangelização, base para sermões, e didática para pais ensinarem sobre Deus para os seus filhos. Mesmo que não admitam, as principais influências teológicas dos crentes hoje, não são as Sagradas Escrituras, e sim as musicas gospels, e as pregações motivacionais youtuberianas. Um desastre de proporção cavalescas! Eu indico esse livro e o filme, dá mesma forma que indico o “Bom dia Espirito Santo”, do Benny Hinn, ou “O filho do fogo” do Eduardo Daniel Mestral! Leia, e assista utilizando os óculos chamados Bíblia, e julgue a luz da Palavra essas mensagens. As igrejas têm se alimentado de superstições e pseudo-experiências, elevando a Bíblia como uma caixinha de promessas, de onde tiramos a mensagem que melhor se adequa ao nosso ego. A Igreja tem usado a bíblia para lamentar seus ídolos!

Não é à toa a atual situação que o evangelicalismo se encontra!

No amor de Cristo!

Pb. Felipe Rocha

*Jonnhy English, é um personagem Rowan Atkinson, muito conhecido pelo personagem “Mr. Bean”.

*Agente 86 é um filme sátira, aos filmes do 007.

* Trecho extraído da “orelha” do livro.

  1. 20 de julho de 2017

    Belo texto.
    Mas….aquilo é uma história.
    Cada um escreve a sua história

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