Da Sequidão ao Verdor  (Ezequiel 36)

Sequidão, solidão, desolação, o que paira é a morte. Os únicos olhos que vemos são das aves de rapina ou dos animais do deserto querendo nos devorar, mesmo já estando nos sentindo tão repugnantes até mesmo para ser devorados. É assim que o pecado faz com que andemos.

Sujos, perdidos, sozinhos, mortos num deserto espiritual, que por nós mesmos não conseguimos sair, encontrar um fim, um refúgio, ou mesmo um oásis. No máximo o que encontramos é uma miragem que dissipa ao nos aproximarmos. E a única coisa que temos pela frente é a areia para atolarmos.

Mas há esperança!

Porque Deus vem ao nosso encontro, através de Jesus, que quando morreu na cruz levou sobre si nossos pecados e iniquidades, e somos purificados das nossas imundices pelo sangue de Cristo aspergido sobre nós.

E temos nosso coração de pedra transplantado por um coração novo, um coração de carne, onde Deus coloca em nós um espírito novo que faz com que andemos nos seus caminhos, com alegria e satisfação, com vida!

E assim o que antes era uma terra desolada, Deus transforma em um jardim como o Jardim do Éden, frutífero, cheio de vida e de verdor. Faz com que as cidades desertas e em ruínas, transforma-se em cidades fortificadas e habitadas.

Deus é surpreendente! Que transforma o impossível em possível! Transforma o que antes era motivo de escárnio e espanto em motivo de surpresa, júbilo e alegria, pois faz com que vidas secas produzam ramos e frutos em abundância, fazendo que sejamos povo d’Ele e Ele o nosso Deus.

Grácia Donadeli

Blog: Meditações do Cotidiano Cristão

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