Como o Feminismo Me Estuprou

*HISTÓRIA VERÍDICA

“Eu fui estuprada. Sim. Perdi a minha virgindade com um estuprador. Logo eu, que sempre me conservei, que me guardei para o meu marido, que me afastava de toda imoralidade sexual, que no auge dos meus dez-oito- anos não tinha nem beijado outro homem.

Meu primeiro homem me beijou e me invadiu. Viu um corpo que estava guardado apenas para o meu marido, tocou um corpo que nunca ninguém tinha tocado. Ele me sujou e se sujou. E não há tratamento psicológico ou clinico que me faça esquecer aquele momento. Daqueles momentos. Inúmeros momentos.

Entretanto, além de ser meu corpo violado, minha alma violada eu tive minha mente violada. Violada por diversas mulheres, violada pelos seus gritos de ordem, teorias falaciosas, pelos seus sentimentos e abraços falsos, pelo falso consolo que me ofereciam. Eu fui novamente estuprada. Tentaram arrancar de mim não mais minha virgindade ou pureza espiritual, tentaram arrancar de mim o que me move, o que me manteve viva desde o primeiro incidente, o que me consolou e me guardou. Tentaram arrancar de mim o meu Pai.

Eu via nos olhos de cada uma delas o prazer que sentiam cada vez que eu me afastava do meu Consolador, cada vez mais que nossos laços se distanciavam os gritos de prazer delas se enaltecia. E quando eu me vi só, desamparada, sozinha e cega da Luz que outrora iluminou minha vida, elas tiveram um orgasmo.

Por fim satisfeitas abandonaram meu corpo num terreno baldio qualquer. Deixaram-me sozinha após o deleite que obtiveram com o sacrifício da minha alma, como outrora fizeram com a minha carne. E eu fiquei no chão, sozinha, abandonada, violada, sangrando mas dessa vez eu não precisei gritar por ajuda, Ele já estava ali como sempre esteve.

2 Timóteo.

V. A. O”

Esse texto foi escrito por uma amiga querida, que infelizmente, há 7 meses foi vítima de um estupro. Entre as severas dificuldades de recomeçar a caminhada, Graças a Deus, V. não abandonou a fé. E escreveu esse relato chocante, da dura realidade que viveu após esse episódio tão invasivo e tenebroso. Enfrentou o feminismo oportunista, mascarado de misericórdia, que tentou dizer a ela que Deus era injusto, por ter permitido tal tragédia. V. respondeu com a fé, e com a coragem de expor esse movimento mentiroso e sem escrúpulos travestido de “luta pela igualdade”.

V. conte com minhas orações sempre. É uma honra conhecer uma cristã autêntica como você. Estaremos sempre juntos. Que Deus a abençoe, minha querida irmã.

Marco Cicco

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